15

ago

2019

Americana tem 3 casos suspeitos de sarampo

Postado por: keller stocco

A Secretaria de Saúde de Americana informa que, além do caso já confirmado de sarampo em uma mulher de 50 anos, a vigilância epidemiológica do município aguarda o resultado de exame referente a três casos suspeitos da doença.

Os pacientes são todos do sexo masculino, sendo duas crianças, uma de seis e outra de nove anos, além de um rapaz de 22 anos. De acordo com a vigilância epidemiológica, todos estão bem de saúde e nenhum deles está internado.

A vigilância epidemiológica também já realizou o bloqueio com profilaxia, que consiste na vacinação de todos os indivíduos que mantiveram contato com esses pacientes, uma vez que o risco de transmissão existe apenas para as pessoas que frequentam o mesmo ambiente, como residência, escola, igreja, local de trabalho, entre outros.

Por enquanto a Secretaria Estadual da Saúde não recomendou ao município a ampliação da vacinação contra o sarampo para crianças maiores de seis meses. Nesse caso, a rede básica de saúde continua vacinando conforme o calendário oficial, que é para crianças a partir de um ano de idade.

Fonte: Assessoria de imprensa.


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07

ago

2019

Ministério da Saúde alerta para cidades paulistas com surto de sarampo

Postado por: keller stocco

O Ministério da Saúde alerta aos pais, mães e responsáveis que vão viajar com os filhos de seis meses a menores de um ano de idade para municípios em situação de surto ativo do sarampo no país (lista abaixo). A recomendação é que todas essas crianças, nesta faixa etária, sejam vacinadas contra a doença, no período mínimo de 15 dias, antes da data prevista para a viagem. Além de proteger, a medida de segurança pretende interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país. Atualmente, 39 cidades em três estados brasileiros (São Paulo, Pará e Rio de Janeiro) se mantém com surto ativo, ou seja, com crescimento do número de casos confirmados da doença.

A chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente do planejamento de viagens para os locais com surto ativo do sarampo ou não.

Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice viral está disponível em todos os mais de 37 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina previne também contra rubéola e caxumba.

Para interromper a cadeia de circulação do vírus do sarampo, o Ministério da Saúde em parceria com os Estados e Municípios estão realizando diversas ações, entre elas, o bloqueio vacinal seletivo e ações de rotina de vacinação; e campanhas de vacinação para a população de 15 a 29 anos de idade, esta última, em alguns municípios.

A recomendação do Ministério da Saúde em vacinar as crianças de seis meses a menores de um ano de idade, que irão se deslocar para municípios que apresentam surto ativo de sarampo, deve ser mantida até 90 dias após o último caso confirmado de sarampo. O ministério informará aos estados oportunamente o momento em que a vacinação de crianças menores de um ano de idade deverá ser descontinuada.

Para a interrupção dos surtos de sarampo, a pasta tem recomendado aos estados e municípios: reforçar as equipes de investigação de campo para garantir a investigação oportuna e adequada dos casos notificados; fortalecer a capacidade dos sistemas de vigilância epidemiológica do sarampo; e estabelecer estratégias para a implementação de ações de resposta rápida frente a casos importados da doença.

PANORAMA SARAMPO

O Ministério da Saúde registrou, nos últimos 90 dias, entre 05 de maio a 03 de agosto de 2019, 907 casos confirmados de sarampo no Brasil, em três estados: São Paulo (901), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,4 por 100.000 habitantes.

O país vinha de um histórico de não registrar casos autóctones desde o ano 2000. Entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos da doença a partir de casos importados, nos estados do Ceará e Pernambuco, com 1.310 casos. Os surtos foram controlados com as medidas de bloqueio vacinal e, em 2016, o Brasil recebeu o Certificado de Eliminação do Sarampo, emitido pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). O Brasil perdeu o certificado em fevereiro deste ano e, atualmente, empreende todos os esforços para eliminar novamente a transmissão do vírus no país, com reforço da vacinação contra o sarampo. Manter altas e homogêneas coberturas vacinais na população é a única forma de evitar a transmissão da doença.

A pasta também tem atuado ativamente junto aos estados e municípios no enfrentamento do surto de sarampo desde dezembro de 2017, quando o Brasil foi notificado do surto na Venezuela. Para isso, manteve equipes técnicas e treinadas nos estados com transmissão da doença para acompanhar as ações e prestar orientação no enfrentamento do sarampo.

O Governo Fedreal enviou aos estados, neste ano, 12,1 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender a demanda dos estados, já está incluído o quantitativo utilizado nas campanhas de vacinação contra o sarampo realizada em 19 municípios do estado do Pará e na cidade de São Paulo.

Até o momento, diante do atual cenário epidemiológico do sarampo, não está prevista a realização de campanhas adicionais de vacinação contra a doença, em outros locais, considerando que esta ação já está sendo realizada nas áreas onde há circulação do vírus atualmente. Ressalta-se, no entanto, que mesmo em situações de surto, a vacinação de rotina está mantida na rede de serviço do SUS, conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação e que os serviços de vacinação são estimulados a buscar a sua população não vacinada para a devida atualização.

 

MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM SURTO ATIVO DE SARAMPO 

  • Localidades que mantém crescimento do nº de casos confirmados até 26/07/2019
UF MUNICÍPIO
SÃO PAULO Atibaia
Barueri
Caçapava
Caieiras
Campinas
Carapicuíba
Diadema
Embu
Estrela D´Oeste
Fernandópolis
Francisco Morato
Guarulhos
Hortolândia
Indaiatuba
Itapetininga
Iguaquecetuba
Jales
Jundiaí
Mairiporã
Mauá
Mogi das Cruzes
Osasco
Peruíbe
Pindamonhangaba
Praia Grande
Ribeirão Pires
Ribeirão Preto
Rio Grande da Serra
Santo André
Santos
São Bernardo do Campo
São Caetano do Sul
São José do Rio Preto
São José dos Campos
São Paulo
Sorocaba
Sumaré
Taboão da Serra
Taubaté


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31

jul

2019

Bebê morre vítima da Influenza, em Americana

Postado por: keller stocco

Americana registrou a primeira morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Influenza A (H1N1). A vítima é um bebê com menos de 1 ano. A informação é da assessoria de imprensa da prefeitura. O município tem 4 casos confirmados da SRAG. Os sintomas da Influenza são febre, dor no corpo, dor de cabeça e tosse seca.

Atualização:

A Vigilância Epidemiológica informa que foi notificada de um óbito por influenza A, não subtipado, ocorrido no dia 29 de junho. Trata-se de um bebê de quatro meses, sexo masculino,  morador do bairro Antônio Zanaga.

De acordo com a Vigilância, o bebê apresentava comorbidade, já que havia nascido prematuro extremo. Ele nasceu no Hospital Unimed de Americana e estava internado naquela unidade de saúde até o dia 22 de junho, quando foi transferido para o Hospital São Lucas, também de Americana, onde veio a falecer.


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30

jul

2019

Americana tem caso confirmado de sarampo

Postado por: keller stocco

 

A Vigilância Epidemiológica (VE) de Americana confirmou na segunda-feira (29), um caso de sarampo em uma mulher de 50 anos, moradora do bairro Morada do Sol. A mulher teve início dos sintomas no dia 2 de julho.

No dia 10 de julho ela passou por atendimento no Hospital Municipal “Dr. Waldemar Tebaldi”, onde o médico que a atendeu suspeitou da doença e solicitou a realização de exame. A moradora não possui comprovante de vacina contra o sarampo e também não tem histórico de viagem e ou contato com pessoas que tenham viajado recentemente ao exterior. Segundo a Vigilância, ela passa bem e não chegou a ser hospitalizada.

Após a notificação, a Vigilância realizou uma ação de bloqueio vacinal junto às pessoas que mantiveram contato direto com a moradora, e também intensificou o alerta sobre a vacinação contra o sarampo junto à rede de educação (pública e privada), hospitais (público e privados) e setores da Secretaria Municipal de Saúde.

Vacinação

A Vigilância esclarece que não há necessidade de realizar vacina de reforço para quem esteja com o esquema vacinal completo. De acordo com o setor, a população entre 12 meses e 29 anos deve receber duas doses, enquanto que para os indivíduos na faixa etária entre 30 e 59 anos, apenas uma dose é recomendada. Profissionais que trabalham na área da saúde, independentemente da idade, devem receber duas doses.

Adultos que ainda não foram vacinados precisam procurar uma unidade de saúde mais próxima, bem como levar seus filhos, caso esses ainda não tenham recebido a primeira dose.  De acordo com a VE, o município dispõe atualmente de uma grade com aproximadamente mil doses da vacina, que é reposta mensalmente conforme a demanda.

 A vacina disponível na rede pública é a tríplice e tetra viral, que além de oferecerem imunidade contra o sarampo, também servem como proteção para caxumba, rubéola e catapora, este última pela tetra viral.

Por enquanto não foi cogitada nenhuma medida, incluindo bloqueio ou vacinação em massa, pela Secretaria Estadual da Saúde ou mesmo pelo Ministério da Saúde, considerando o avanço da doença em diversas regiões do país.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, cujos principais sintomas são febre alta persistente, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele. A vacina é a principal forma de prevenção da doença e está disponível em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h, durante todo o ano. A cobertura da vacina em 2018, em crianças de até 1 ano, foi de 167,6%. Em 2019 foram 88,03% de crianças vacinadas até o mês de julho.

Fonte: Assessoria de imprensa.


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26

jul

2019

Prefeitura de Americana faz alerta para população se vacinar contra o Sarampo

Postado por: keller stocco

A Vigilância Epidemiológica de Americana faz um alerta à população, em especial às crianças, para que seja vacinada contra o sarampo. A vacina disponível na rede pública é a tríplice e tetra viral, que além de oferecer imunidade contra o sarampo, também serve como proteção para caxumba e rubéola. A vacina é a principal forma de prevenção da doença e está disponível em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h, durante todo o ano.

De acordo com Vigilância, a população entre 12 meses e 29 anos deve receber duas doses, enquanto que para os indivíduos na faixa etária entre 30 e 59 anos, apenas uma dose é recomendada. Profissionais que trabalham na área da saúde, independentemente da idade, devem receber duas doses. As pessoas que possuem comprovante vacinal completo, de acordo com cada faixa etária, não terão necessidade de receber mais doses de reforço.

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, cujos principais sintomas são febre alta persistente, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele. Adultos que ainda não foram vacinados precisam procurar uma unidade de saúde mais próxima, bem como levar seus filhos, caso esses ainda não tenham recebido a primeira dose.

Segundo a Vigilância, Americana possui atualmente um estoque de aproximadamente 2.500 doses, as quais são repostas mensalmente de acordo com a demanda. Por enquanto também não foi cogitada nenhuma medida, incluindo bloqueio ou vacinação em massa, pela Secretaria Estadual da Saúde ou mesmo pelo Ministério da Saúde, considerando o avanço da doença em diversas regiões do país.

Em 2018 a cobertura vacinal em crianças de até um ano de idade foi de 92,63% e este ano, até o dia 23 de julho, 81,03% das crianças nessa faixa etária haviam sido imunizadas. Quanto à transmissão, a última vez que o município registrou a doença foi em 2011, quando dois casos foram notificados pela vigilância. Na época, um dos casos foi considerado importado do continente europeu e o outro não foi possível identificação por questões técnicas laboratoriais.

Fonte: Assessoria de imprensa.


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20

jul

2019

Sobe para 3 o número de mortes por dengue, em Americana

Postado por: keller stocco

Subiu para 3 o número de mortes por dengue nesse ano, em Americana. A informação foi divulgada na sexta-feira (19) pela Vigilância Epidemiológica. A terceira vítima foi um aposentado de 82 anos, morador da Vila Dainese, que faleceu no mês de maio. Desde o começo do ano, já são 4.554 casos positivos da doença. O município vive a terceira maior epidemia da história. Os sintomas da dengue são:

  • Febre alta > 38.5ºC.
  • Dores musculares intensas.
  • Dor ao movimentar os olhos.
  • Mal estar.
  • Falta de apetite.
  • Dor de cabeça.
  • Manchas vermelhas no corpo.


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10

jul

2019

AMERICANA TEM 4.520 CASOS DE DENGUE COM 2 MORTES

Postado por: keller stocco

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Americana informou na tarde desta quarta-feira (10) que o número de casos positivos de dengue nesse ano chegou a 4.520 e duas pessoas morreram. Essa é a terceira maior epidemia da história do município. A doença apresenta os seguintes sintomas:

  • Febre alta > 38.5ºC.
  • Dores musculares intensas.
  • Dor ao movimentar os olhos.
  • Mal estar.
  • Falta de apetite.
  • Dor de cabeça.
  • Manchas vermelhas no corpo.


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01

jul

2019

CHEGA A QUASE 4 MIL CASOS POSITIVOS DE DENGUE, EM AMERICANA

Postado por: keller stocco

A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Americana informou na tarde desta segunda-feira (1) que o número de casos positivos dengue chegou a 3.995. Um óbito foi confirmado, e ao menos outros três ainda são investigados. Os principais sintomas da doença são:

  • Febre alta – 38.5ºC.
  • Dores musculares intensas.
  • Dor ao movimentar os olhos.
  • Mal estar.
  • Falta de apetite.
  • Dor de cabeça.
  • Manchas vermelhas no corpo.


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19

jun

2019

SOBE PARA 3.254 CASOS POSITIVOS DE DENGUE, EM AMERICANA

Postado por: keller stocco

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Americana informou na manhã desta quarta-feira (19) que subiu para 3.254 o número de casos positivos de dengue nesse ano. Desse total, houve a confirmação de um óbito, e outros três ainda são investigados pelo Instituto Adolfo Lutz.


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13

jun

2019

VÍRUS MAYARO CHEGA AO INTERIOR DE SP; SINTOMAS SÃO PARECIDOS COM A DENGUE

Postado por: keller stocco

Basta começar a esfriar um pouco que muitos já deixam de lado os cuidados com o mosquito Aedes Aegypti. Afinal, ele só se manifesta durante o verão, não é mesmo? Errado. Apesar dos maiores casos e epidemias das doenças transmitidas pelo inseto ocorrerem durante o período das chuvas, é necessário ter atenção durante todo o ano. Afinal, se as condições ambientais ficarem favoráveis, os ovos armazenados em criadouros podem se desenvolver. E o pior: eles podem durar até os dias quentes voltarem, é o que afirma especialista.

Porém, além da dengue, chikungunya e zika são transmitidas pelo Aedes Aegypti. Os paulistanos e paulistas já podem começar a se preocupar com outro vírus que já anda circulando no interior do estado: o Mayaro. A presença dele foi detectada em Sorocaba e já começa a deixar as autoridades atentas.

O vírus é transmitido pelo mosquito silvestre Haemagogus Janthinomys. A doença pode ser disseminada através da picada desse inseto. O vírus, que foi descoberto em meados de 1950, estava restrito somente à Amazônia, porém pesquisadores da USP acreditam que os anticorpos encontrados em amostras de sangue da população local de Sorocaba podem ter indícios dos vírus.

De acordo com o infectologista Dr. Jean Gorinchteyn, o Mayaro é uma zoonose transmitida para o macaco, como a febre amarela. Mas pode também ser transmitida para o homem. “A doença ainda não é urbana, mas tem risco de se tornar. Esses vírus, assim como o da dengue, chikungunya e zika, são muito adaptáveis; então é preciso que nós tomemos consciência e que as autoridades comecem a preparar mecanismos de prevenção”, destaca Gorinchteyn.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são os sintomas, que são bem parecidos com os da dengue, chikungunya e zika. Caso o paciente perceba que está com febre, dores de cabeça, dores no corpo e com manchas pelo corpo, é necessário que ele procure um médico.

“Não existe uma vacina específica para o Mayaro. Então, caso o paciente contraia a doença, deve permanecer em repouso e acompanhado de tratamento sintomático. Podem ser necessários analgésicos e/ou drogas anti-inflamatórias, que podem proporcionar alívio nas dores na febre”, alerta o infectologista.

Fonte: A expressão 5


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