IML de Americana coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas


Americana é uma das cidades paulistas que estão incluídas no mutirão para coletar DNA de familiares de pessoas desaparecidas, que segue até sexta-feira (28). O procedimento deve ser feito no Instituto Médico Legal (IML), na Avenida Angelo Pascote, 90 – Distrito Industrial Nossa Senhora de Fátima, das 9h às 11h e das 12h30 às 17h. O objetivo é alimentar a rede de perfis genéticos, possibilitando que famílias de desaparecidos obtenham respostas.

A coleta também já é feita todas as quartas-feiras nos Institutos Médicos Legais (IML) do Estado de São Paulo, por meio de agendamento no link https://www.policiacientifica.sp.gov.br/iml/coletadna.

O que precisa levar e como é realizada a coleta do DNA?

Para a coleta, é necessário que a pessoa apresente obrigatoriamente o Registro Geral (RG), ou outro documento com foto válido em território nacional, e o boletim de ocorrência de desaparecimento do familiar. O recolhimento do material genético é realizado a partir de células da mucosa oral, extraídas por meio de um cotonete passado no interior da bochecha. Também pode ser feita a partir de uma gota de sangue do dedo da mão.

O DNA de familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida está na ordem de preferência para a coleta. O material genético do pai, mãe, filhos e irmãos biológicos do desaparecido tem mais chances de a genética corresponder. O genitor dos filhos da pessoa desaparecida também pode doar. É recomendado que ao menos dois familiares façam a coleta.

Se for possível, os especialistas solicitam que o familiar leve objetos que possam ter material genético da pessoa desaparecida, como amostra de cordão umbilical, algum dente que se tenha guardado ou escova de dente.


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Publicado em: 24 de agosto de 2026 Autor: keller stocco Categoria: AS BALAS DA POLICIA

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